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Internacional
Kirchner considera positivo encontro com presidente eleito da Colômbia
27/07/2010
A busca por uma solução do conflito entre a Venezuela e a Colômbia reuniu nas primeiras horas da madrugada de hoje (27), na capital argentina, o secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, e o presidente eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos. Kirchner considerou a reunião muito "positiva, interessante, frutífera e alentadora".
“Trocamos informações sobre a realidade internacional e a da região. Minha tarefa é escutar atentamente ao senhor presidente Juan Manuel Santos. Estou muito mais informado sobre a situação, [o rompimento das relações diplomáticas entre a Venezuela e a Colômbia]".
A futura ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Maria Ángela Holguin, também participou do encontro. Ela disse que a passagem pela Argentina faz parte de uma série de visitas que o presidente eleito fará pela América Latina. “A reunião com o secretário-geral da Unasul foi de grande importância”, ressaltou.
O encontro estava previsto para o dia 7 de agosto, quando Santos será empossado na Presidência em substituição a Alvaro Uribe, mas foi antecipado já que o presidente eleito da Colômbia tinha audiência marcada com a presidente argentina, Cristina Kirchner.
A imprensa não teve acesso à reunião entre Kirchner e Santos, ocorrida na embaixada da Colômbia em Buenos Aires em horário incomum para o protocolo diplomático. Antes de deixar o local, o secretário-geral da Unasul conversou rapidamente com os jornalistas.
Kirchner informou que ainda hoje o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, se encontrará com a presidente Cristina Kirchner para conversar sobre o conflito regional. "Eu também conversarei com o chanceler. Temos que trabalhar para construir fortemente a convivência entre os povos da América Latina e do mundo. Não queremos que esse tipo de situação continue ou aconteça novamente."
Antes do encontro com Kirchner, Juan Manuel Santos esteve em audiência com Cristina Kirchner. A imprensa também não teve acesso à reunião mas, de acordo com nota divulgada pela chancelaria argentina, a presidente Cristina Kirchner e o presidente eleito da Colômbia repassaram a agenda bilateral e temas regionais, “comprometendo-se a trabalhar para fortalecer a união latino-americana”.
A nota informa também que a presidente Cristina Kirchner elogiou a decisão do presidente eleito de visitar seus pares da América Latina. Do encontro também participaram o ministro argentino das Relações Exteriores, Héctor Timerman, o embaixador colombiano em Buenos Aires, Alvaro Eduardo Garcia Giménez, e a futura chanceler da Colômbia, Maria Ángela Holguin.
Héctor Timerman, confirmou que hoje a presidente Cristina Kirchner receberá o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, para continuar com as consultas regionais que levem a uma solução da crise entre a Venezela e a Colômbia. Por meio da mídia social Twitter, Timerman disse que a Unasul buscará a solução pacífica do conflito, “pois esse é seu compromisso”.
Timerman também confirmou pelo Twitter que participará da reunião de chanceleres da Unasul na próxima quinta-feira (29) em Quito, capital do Equador. A reunião foi convocada pelo presidente equatoriano, Rafael Correa, que exerce a presidência temporária da Unasul, bloco por 12 países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Argentina, Paraguai, Uruguai, Guiana, Suriname, Chile e Venezuela.
“Trocamos informações sobre a realidade internacional e a da região. Minha tarefa é escutar atentamente ao senhor presidente Juan Manuel Santos. Estou muito mais informado sobre a situação, [o rompimento das relações diplomáticas entre a Venezuela e a Colômbia]".
A futura ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Maria Ángela Holguin, também participou do encontro. Ela disse que a passagem pela Argentina faz parte de uma série de visitas que o presidente eleito fará pela América Latina. “A reunião com o secretário-geral da Unasul foi de grande importância”, ressaltou.
O encontro estava previsto para o dia 7 de agosto, quando Santos será empossado na Presidência em substituição a Alvaro Uribe, mas foi antecipado já que o presidente eleito da Colômbia tinha audiência marcada com a presidente argentina, Cristina Kirchner.
A imprensa não teve acesso à reunião entre Kirchner e Santos, ocorrida na embaixada da Colômbia em Buenos Aires em horário incomum para o protocolo diplomático. Antes de deixar o local, o secretário-geral da Unasul conversou rapidamente com os jornalistas.
Kirchner informou que ainda hoje o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, se encontrará com a presidente Cristina Kirchner para conversar sobre o conflito regional. "Eu também conversarei com o chanceler. Temos que trabalhar para construir fortemente a convivência entre os povos da América Latina e do mundo. Não queremos que esse tipo de situação continue ou aconteça novamente."
Antes do encontro com Kirchner, Juan Manuel Santos esteve em audiência com Cristina Kirchner. A imprensa também não teve acesso à reunião mas, de acordo com nota divulgada pela chancelaria argentina, a presidente Cristina Kirchner e o presidente eleito da Colômbia repassaram a agenda bilateral e temas regionais, “comprometendo-se a trabalhar para fortalecer a união latino-americana”.
A nota informa também que a presidente Cristina Kirchner elogiou a decisão do presidente eleito de visitar seus pares da América Latina. Do encontro também participaram o ministro argentino das Relações Exteriores, Héctor Timerman, o embaixador colombiano em Buenos Aires, Alvaro Eduardo Garcia Giménez, e a futura chanceler da Colômbia, Maria Ángela Holguin.
Héctor Timerman, confirmou que hoje a presidente Cristina Kirchner receberá o chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, para continuar com as consultas regionais que levem a uma solução da crise entre a Venezela e a Colômbia. Por meio da mídia social Twitter, Timerman disse que a Unasul buscará a solução pacífica do conflito, “pois esse é seu compromisso”.
Timerman também confirmou pelo Twitter que participará da reunião de chanceleres da Unasul na próxima quinta-feira (29) em Quito, capital do Equador. A reunião foi convocada pelo presidente equatoriano, Rafael Correa, que exerce a presidência temporária da Unasul, bloco por 12 países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Argentina, Paraguai, Uruguai, Guiana, Suriname, Chile e Venezuela.
Fonte: Agência Brasil
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