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ONU apela para que o mundo elimine armas nucleares até 2020
28/07/2010
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, pediu ontem (27) a abolição das armas nucleares até o ano 2020. O apelo de Ki-moon foi transmitido às autoridades, por meio de carta, durante a conferência de desarmamento, em Hiroshima, no Japão. A cidade foi alvo, em 1945, do primeiro ataque nuclear da história, executado pelos Estados Unidos.
Em uma mensagem, Ki-moon destacou que a única forma de garantir a segurança no mundo é eliminação dessas armas.
O debate vem à tona no momento em que o Irã é acusado pela comunidade internacional de desenvolver armas atômicas no programa nuclear. Em decorrência das suspeitas, os iranianos sofrem uma série de sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, pelos Estados Unidos, pela União Europeia e pelo Canadá. O Irã nega as suspeitas.
Moon sugeriu aos líderes dos países que possuem armas nucleares que visitem Hiroshima e Nagasaki, cidade japonesa destruida pelos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, para que possam ver a destruição causada por armamentos atômicos.
O secretário-geral disse que no começo do mês vai às duas cidades japonesas para participar da cerimônia que marca o aniversário da explosão da bomba atômica que destruiu Horoshima e Nagasaki em 1945.
A estimativa é que cerca de 220 mil pessoas, a maioria civis, incluindo crianças, morreram apenas nos bombardeios norte-americanos às cidades japonesas de Tóquio, Kobe, Hiroshima e Nagasaki.
Em uma mensagem, Ki-moon destacou que a única forma de garantir a segurança no mundo é eliminação dessas armas.
O debate vem à tona no momento em que o Irã é acusado pela comunidade internacional de desenvolver armas atômicas no programa nuclear. Em decorrência das suspeitas, os iranianos sofrem uma série de sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, pelos Estados Unidos, pela União Europeia e pelo Canadá. O Irã nega as suspeitas.
Moon sugeriu aos líderes dos países que possuem armas nucleares que visitem Hiroshima e Nagasaki, cidade japonesa destruida pelos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, para que possam ver a destruição causada por armamentos atômicos.
O secretário-geral disse que no começo do mês vai às duas cidades japonesas para participar da cerimônia que marca o aniversário da explosão da bomba atômica que destruiu Horoshima e Nagasaki em 1945.
A estimativa é que cerca de 220 mil pessoas, a maioria civis, incluindo crianças, morreram apenas nos bombardeios norte-americanos às cidades japonesas de Tóquio, Kobe, Hiroshima e Nagasaki.
Fonte: Agência Brasil
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